Além disso, segundo imprensa chilena, vândalos saquearam uma igreja clássica da capital.

Imagens, bancos e confessionários da paróquia foram queimados.

Manifestantes protestam no centro de Santiago, enquanto incêndio atinge construção clássica da capital do Chile nesta sexta-feira (8) Martin Bernetti/AFP Milhares de pessoas voltaram às ruas de diversas cidades no Chile nesta sexta-feira (8).

Apesar de a maioria dos protestos ocorrer de forma pacífica, segundo a imprensa chilena, a capital Santiago viu novas cenas de vandalismo e violência causados por manifestantes mascarados. Entenda a onda de protestos no Chile Perto da Praça Baquedano, lotada de manifestantes, um grupo ateou fogo na sede da Universidade Pedro de Valdivia.

Não há relatos de feridos.

Os rolos de fumaça eram vistos à distância e chegaram a afetar algumas das pessoas que protestavam perto do local. Sede de universidade em Santiago, no Chile, sofre incêndio durante protestos desta sexta-feira (8) Esteban Felix/AFP Imagem em igreja destruída durante protestos em Santiago, no Chile, permanece nas ruas enquanto policiais passam ao lado nesta sexta-feira (8) Esteban Felix/AP Photo Além disso, outro grupo saqueou a Paróquia de La Asunción, construída em 1876 e uma das igrejas mais emblemáticas de Santiago.

Segundo o jornal "La Tercera", manifestantes picharam a fachada da construção e levaram bancos, confessionários e imagens, que foram queimadas em barricadas. Em diversas partes de Santiago, houve confronto entre manifestantes e forças de segurança.

Até a atualização desta reportagem, não havia dados consolidados sobre possíveis feridos nos protestos. Violência em protestos Manifestantes mascarados montam barricada com objetos de igreja de Santiago, no Chile, nesta sexta-feira (8) Jorge Silva/Reuters De acordo com balanço oficial do governo chileno, 20 pessoas morreram nos protestos do Chile – cinco dessas mortes foram causadas por policiais.

Além disso, entidades de direitos humanos acusam as forças de segurança de praticar tortura.

O ministro da Justiça chileno, Hernán Larraín, admitiu possíveis violações contra manifestantes. Protesto violento no centro de Santiago, no Chile, nesta sexta-feira (8) tem manifestantes atirando extintores de incêndio e fazendo escudos com objetos Jorge Silva/Reuters Nesta semana, um tribunal acolheu denúncia contra o presidente do Chile, Sebastián Piñera, por "crimes contra a humanidade" – a ação foi acolhida nesta semana. "Estabelecemos total transparência nos dados (sobre a violência policial), porque não temos nada a esconder", afirmou Piñera, na ocasião. Com protestos, Conmebol retira final da Libertadores de Santiago Initial plugin text